Dashboard e Cockpit Assessoria: um cockpit de trabalho para o assessor se organizar, tomar decisões rápidas e agir sobre performance, operação e relacionamento com clientes.
Client
XP Inc.
Role
Product Design Specialist · Product Strategy · Service Design
Tools
Figma, Prototyping, Data Visualization, Design System
Contexto
Na operação de Assessoria, o assessor precisava se organizar e decidir rapidamente com base em sinais confiáveis. O cockpit reuniu big numbers bem definidos, análises e dados preditivos em uma leitura orientada pelo princípio de Pareto: primeiro o que merece atenção, depois o aprofundamento. A solução nasceu dos aprendizados do discovery e da visão de ecossistema do Hub de Assessoria, conectando informação, prioridade e ação.
Impacto na rede
Impacto em 6.000 assessores da rede: o cockpit estruturou uma rotina de decisão rápida em três frentes — Performance, Operacional e Relacionamento — conectando indicadores de carteira, gestão de operações e CRM em uma experiência única.


Se você ler apenas uma parte
O cockpit foi desenhado para ajudar o assessor a se organizar, decidir rápido e manter o foco no relacionamento. Big numbers, análises e dados preditivos destacavam o que merecia atenção primeiro, seguindo Pareto e aprendizados do discovery. A visão conectava três partes: Performance, Operacional e Relacionamento, reunindo o ecossistema Hub em um ponto de trabalho para 6.000 assessores.

O problema
Informação espalhada: carteira, operações, investimentos e relacionamento exigiam alternância entre experiências.
Decisão lenta: sem hierarquia de big numbers e análises, o assessor gastava tempo encontrando o que importava.
Atenção difusa: faltava um princípio de priorização para separar sinais críticos do restante da carteira.
Operação desconectada: liquidação, aportes, vitrine e simulações não estavam reunidos no mesmo fluxo de trabalho.
Relacionamento sem contexto: o CRM e os leads precisavam estar próximos de dados de carteira e próximos passos.
Previsão pouco acessível: sinais preditivos não estavam incorporados à rotina de decisão.
Os objetivos
01 — Ajudar o assessor a se organizar. Criar uma visão única da rotina e do estado da carteira.
02 — Acelerar decisões. Destacar big numbers, análises e sinais preditivos com hierarquia orientada por Pareto.
03 — Integrar três frentes. Unir Performance, Operacional e Relacionamento no mesmo cockpit.
04 — Aproximar dados e ação. Facilitar gestão de carteiras, operações, investimentos, clientes e leads.
05 — Escalar valor na rede. Criar uma experiência consistente para os 6.000 assessores impactados.
Minha contribuição para o produto
Reenquadrei a dashboard como cockpit do assessor.
A partir do discovery e da visão do ecossistema Hub, transformei a dashboard em um ponto de trabalho para organizar a rotina, reconhecer o que mudou e agir com rapidez. O princípio de Pareto orientou a hierarquia: poucos sinais prioritários deveriam orientar a atenção antes do aprofundamento.
Estruturei a leitura com big numbers, análises e dados preditivos.
Defini uma camada inicial com indicadores de alto valor, comparativos e análises que explicavam a situação da carteira. Dados preditivos entraram como sinais para antecipar oportunidades e riscos, sempre conectados a contexto e próximo passo.
Desenhei o cockpit em três partes.
Performance — indicadores sobre a carteira de clientes e estratégias de performance.
Operacional — gestão das carteiras, liquidação e aportes, vitrine de investimentos e simulação de carteiras.
Relacionamento — integração com o CRM da XP para manter relacionamento com clientes e potenciais leads.
Conectei as partes em uma rotina de decisão.
Performance mostra o que merece atenção; Operacional ajuda a executar; Relacionamento transforma contexto em conversa. A experiência conecta análise → prioridade → ação → relacionamento.
Processo: Discovery → princípios → arquitetura → exploração → protótipo → validação → delivery.
Minha contribuição para os times
Alinhei negócio, produto, design e tecnologia em torno de uma visão compartilhada para o cockpit.
Levei aprendizados do discovery e do ecossistema Hub para decisões de arquitetura, hierarquia e priorização.
Aproximei dados, engenharia e design na definição de componentes, estados, integrações e critérios de qualidade.
Criei uma linguagem comum para discutir big numbers, análises, sinais preditivos e ações sem perder a profundidade de cada frente.
Processo: Framing → exploração → review → handoff → validação → evolução.
O que mudou na forma de trabalhar
De dashboard informativa para cockpit de trabalho: a experiência passou a orientar organização e decisão.
De muitos dados para Pareto: big numbers e análises destacaram primeiro o que merecia atenção.
De produtos separados para três frentes conectadas: Performance, Operacional e Relacionamento passaram a compor a mesma rotina.
De leitura reativa para antecipação: dados preditivos ajudaram a sinalizar oportunidades e riscos.
De contexto isolado para relacionamento: carteira, operações, clientes e leads passaram a se conectar no mesmo fluxo.
Os resultados
6.000 assessores — rede impactada pelo cockpit de Assessoria.
3 partes integradas — Performance, Operacional e Relacionamento em uma visão de trabalho.
Performance — indicadores de carteira, estratégias e análises para orientar atenção.
Operacional — gestão de carteiras, liquidação, aportes, vitrine de investimentos e simulação de carteiras.
Relacionamento — CRM da XP integrado à rotina para clientes e potenciais leads.
Big numbers, análises e dados preditivos organizados com princípio de Pareto.
Fonte: relatos do projeto, aprendizados de discovery e artefatos originais do Figma. Não atribuo métricas de conversão, receita ou retenção sem documentação específica.
Em retrospectiva
Um cockpit para assessores precisa responder rapidamente a três perguntas: o que merece atenção, qual decisão tomar e como transformar a decisão em relacionamento. A combinação de Performance, Operacional e Relacionamento funcionou porque conectou leitura, execução e contexto do cliente.
Em uma próxima evolução, eu aprofundaria a mensuração do uso dos sinais preditivos e da sequência entre análise, ação e relacionamento, acompanhando tempo para decidir, adesão às recomendações e continuidade da jornada do cliente.



